sexta-feira, março 07, 2008


'Não recues! De mim não foi-se o espírito...
Em mim verás - pobre caveira fria -
Único crânio que, ao invés dos vivos,
Só derrama alegria.

Vivi! amei! bebi qual tu: Na morte
Arrancaram da terra os ossos meus.
Não me insultes! empina-me!... que a larva
Tem beijos mais sombrios do que os teus.

Mais val guardar o sumo da parreira
Do que ao verme do chão ser pasto vil;
-Taça - levar dos Deuses a bebida,
Que o pasto do reptil.

Que este vaso, onde o espírito brilhava,
Vá nos outros o espírito acender.
Ai! Quando um crânio já não tem mais cérebro
... Podeis de vinho o encher!

Bebe, enquanto inda é tempo! Uma outra raça,
Quando tu e os teus fordes nos fossos,
Pode do abraço te livrar da terra,
E ébria folgando profanar teus ossos.
E por que não? Se no correr da vida

Tanto mal, tanta dor ai repousa?
É bom fugindo à podridão do lado
Servir na morte enfim p'ra alguma coisa!..."

A uma taça feita de um crânio humano, Lord Byron.


"louco, mau e perigoso para se conhecer", as vezes eu me sinto assim.

have a nice weekend.

2 comentários:

  1. NOSSAA rsrsr
    fiquei com medo na parte do craneo sem cerebro enchendo ele de vinho o.O
    rsrsrrs mas gostei^^
    o resto eu num consegui entender mt hahhahahhahha!!!

    bjim xau*.*

    ResponderExcluir
  2. que medo de você, brother!
    vc é maligna
    mas o boy na pic é gatz!
    beso!!

    ResponderExcluir